Pra nao dizerem qe nao sou in , aqui esta um post sobre moda u.ú
Como já era de se esperar a África este ano é tendência no mundo todo, principalmente na moda onde todos os costumes, e gostos se fundem para formar a moda primavera/verão do ano de 2010, como não poderia ser diferente as estampas animais vêm com tudo, o ar de selva predominará nas ruas de todo o mundo principalmente do Brasil.
É claro que esta moda é uma mescla do que pinta nas passarelas do mundo todo com o gosto natural das pessoas, até mesmo porque as extravagâncias ficam para as modelos profissionais, para nós que somos modelos do dia a dia e fazemos a moda das ruas a discrição é a palavra chave para nos vestirmos bem e para tornar o nosso mundo fashion.
Girafa, onças, zebras listras horizontais e verticais são as estampas que segundo os estilistas estarão em alta na próxima estação, a moda dessa vez resolveu abrir mão do brilho pelo menos para o dia. As cores fortes contrastarão com cores mais claras como o creme, pastel e o nude, mas segundo as apostas o que realmente vai habitar o corpo delas e deles serão as cores chamativas como verde, amarelo, azul, vermelho, laranja. Depois de muito tempo nós vamos reverter nosso senso de moda da Europa para um continente bem mais pobre em dinheiro, mas muito rico em beleza e nada mais justo que em ano de Copa do Mundo abramos as portas dos nossos guarda-roupas para que séculos de história entrem e nos deixe atualíssimas no quesito fashion.

ÁFRICA X ÁFRICA: DOIS PONTOS DE VISTA
Na coluna “Última Moda” (link pra quem é assinante UOL ou da Folha) do caderno Ilustrada da última sexta-feira tem uma entrevista com a crítica de arte francesa Bérénice Geoffroy-Schneiter, autora do livro “L’Afrique Est a la Mode”. Para ela a explicação para o tema África ter tomado conta dos desfiles por aqui e semanas de moda do hemisfério norte é que “o Ocidente está entediado”. Com a a falta de novidades e a exaustiva busca nas décadas passadas, os estilistas se voltaram para lugares “misteriosos” e pouco conhecidos. “Vivemos num mundo muito uniforme. Temos necessidade de sonhar outras culturas, outras formas de ser”.
Já para Erika Palomino (O Último Grito – Vogue Agosto) a “invenção da tendência África” é “chatérrima”! Ela escreveu: “a moda pode sim ter referências étnicas, mas o ideal é quando ela tem um viés multicultural e vem sem passaporte”. Quando uma grande quantidade de designers se utilizam de uma mesma inspiração, sem “digerir”, mas simplesmente repitindo referências literais essa tendência deixa de ser moda e passa a ser modismo, não é mesmo!?!
Tendência África nas passarelas de São Paulo (Lino Villaventura, Vide Bula, Alexandre Herchcivitch feminino e Neon). O antídoto virou veneno?
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